segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O exílio 1º capítulo.

Em uma noite fria em que pousei naquela velha taverna, cheguei como de costume, sentei-me a beirada do balcão, e lá estava ele o velho Paul, que já veio pra me servir, conversa vai e conversa vem entre canecas de dromel falávamos de contos de raças incomuns foi quando ele começou a relatar uma história assim...
“eu fiquei sabendo que um grupo de magos descobriu uma historia de que há um tempo havia um pequeno grupo de aventureiros, de raças muito diferentes, mas com seus passados e destinos muito em comum, o primeiro era um Goliath que foi que por um mal acaso do destino no meio de uma brincadeira (comum a essa raça), matou um membro de sua tribo com uma pedrada, tal feito, fez com que fosse exilado de sua tribo, logo que saiu da tribo, foi atacado por um Gigante das colinas e ficou gravemente ferido... quase morto, foi encontrado por monge ermitão quê compadecido de dó de criatura tão extraordinária, passou a cuidar dele, começou lentamente a lhe ensinar as coisas monásticas...
O outro era não se sabe de direito que raça era ele, uns dizem que era um Aaracroca outros um raptoran, mas ambos concordam que era um humanóide que se parecia com uma ave... ele veio de Chult, morava com seu bando em uma caverna no meio do penhasco atrás de uma cachoeira, assim como o Goliath também foi exilado, mas não por matar alguém de sua raça, dizem que foi porque ele assumiu a culpa de grave erro para proteger um pequeno jovem da raça dele, esse jovem dizem que parece que andou pegando em meio as suas caçadas em Chult uma esfera demoníaca com poderes de abrir portais, e que essa esfera foi usada para quase destruir todos daquela colônia, como ele sabia que o pequeno jovem seria exilado e não iria sobreviver, ele assumiu a culpa e foi exilado no lugar do jovem... depois disso foi encontrado no meio da mata quase morto por espíritos amaldiçoados, só não morreu por causa de um dragoborn clérigo/discípulo divino que estava de passagem por ali que viu a cena e salvou o humanóide de penas..Passou a cuidá-lo em troca de seus serviços de batedor, ensinou muita coisa dos draconicos para o jovem humanóide de penas...... O terceiro... Pouco se sabe sobre o terceiro...
Sabe-se que era um jovem com luzes que rodeavam a sua cabeça... Eu aposto que era um iluminam... Lembro-me de ter visto alguns deles algumas vezes... Parece-me que esse iluminam conhecia o poder da conjuração através de métodos orientais, pelo o que tudo indica era um wu-gen,.... E parece que existe um quarto e ultimo membro desse grupo, mas que ate agora nada se sabe dele, nem sua raça nem de seus dons... O que se sabe até agora é que esses três se conheceram no meio de uma masmorra, foram capturados aleatoriamente, e levados a uma mina de mitral, para ser escravizados, o Goliath estava amarrado de cabeça pra baixo içado no teto o iluminam preso atrás das grades e o humanóide de penas em uma gaiola, sofrendo provocações de um gigante das colinas que batia em sua gaiola e falava “canta passarinho canta", esse gigante era o "guarda" dos mineiros que trabalham escravizados e que nem zumbis com suas mentes dominadas... Em meio às provocações parece que andou dando um griteiro lá em meio aos escravos ou alguma coisa que despertou a atenção do gigante que foi verificar o que estava acontecendo, essa foi à oportunidade que o humanóide de penas encontrou para vascular a sua gaiola em meio às palhas e alguma coisa que se parecia com crinas muito resistentes que forravam o fundo dessa gaiola ele encontrou um galho que daria pra improvisar um arco, em seu poder ele tinha uma única flecha, mas sabia que se atirasse no gigante não o mataria então, num gesto típico de batedor ele aposta a sua flecha ao as cordas que içavam o Goliath... E atirou... Tzuummmm! A flecha acertou em cheio a corda que se partiu e o Goliath veio ao chão, o iluminam que estava ao seu lado usou de sua magia para curar levemente seus ferimentos... E um pouco restituído o Goliath teve força suficiente para arrebentar as grades que os prendiam... Em seguida ele veio ao encontro de seu libertador, arrebentou a corda que içava a gaiola e arrebentou a porta da gaiola libertando o humanóide de penas, mas o gigante já estava voltando e pegou eles no "pulo do gato" tentando fugir, com extrema proeza e força o Goliath desviou do ataque do gigante e desferiu-lhe um golpe..... Bom a pancadaria começou e depois de alguns golpes o gigante fugiu pra buscar reforços... Numa luta desesperada pra saírem dali o humanóide foi de encontro aos demais escravos para libertá-los e ajudarem na fuga, foi quando ele entrou num circulo de magia onde estavam os mineiros e acabou ficando cego por alguns instantes, os outros dois libertaram um escravo pegaram o humanóide e guiaram ele ate um pequena sala, onde estavam seus pertences, e você não sabe da ultima.... Advinha quem era o escravo libertado? ... HA imagine só que era o Rei Agouro... E então eles se dirigiam a saída da caverna, quando se depararam de novo com o gigante que estava na companhia de um morto vivo incorpóreo, o humanóide de penas levanta vôo e começa a atirar as suas flechas, e o Goliath com sua extrema força tenta imobilizar o gigante, enquanto o Rei Agouro com sua espada e sua magia e o iluminam com seus dons cuidam do morto-vivo... E novamente a batalha recomeça, ate que o morto vivo se dissipa e o gigante depois de algumas pancadas e flechadas foge novamente, mais do que apressados eles saem da caverna... Já em liberdade eles descobrem através de cicatrizes em seus peitos que seus corações foram roubados... No lugar de um coração cada um em seu peito tinha um rubi... Sim sim isso é magia infernal..... Uma coisa horrível, não é qualquer um que poderia reverter essa magia... Nossa! De acordo com os magos que me contaram isso eles teriam que conseguir os corações deles, achar um clérigo que soubesse lidar com tal demoníaca força, par tentar voltar a ter seus corações de volta em seu peito... "
Nesse momento o velho Paul da uma parada, olha para um lado e depois ao outro e fala baixinho:
"-e você não sabe da pior.... Parece que somente Fzoul Chembril teria tal aptidão... Sim ele mesmo, o escolhido de Bane... "
E empolgado como só o velho Paul sabe ser contando suas historias ele continua agora em voz alta...
“ Foi quando o humanóide levanta vôo para vascular a área e encontra um corpo caído a uma distancia a frente dali, eles correm até lá e descobrem que era o filho do Rei Agouro que estava quase morto, ele também conseguiu fugir da masmorra, mas pelo outro lado da montanha, voando ainda o humanóide de asas percebe que eles estão sendo seguidos, e então eles vão adiante levando o príncipe e tentando despistar os inimigos saídos da caverna... Até que conseguem uma distancia considerável a quase perde de vista o inimigo, e somente quando se sentem um pouco mais seguros eles param para descansar e se alimentar,...
eles encontram um posto avançado de Comyr, e lá descansam no outro dia eles retomam a viagem, mas são surpreendidos por um grupo de drows, gnomos das profundezas e duergares, numa quantidade bem maior que eles, a pancadaria começa os drows e os duergares morrem mediante as habilidades incríveis desde jovens, e dos gnomos somente um conseguiu fugir... Mas o Rei não agüentou tão grandiosa quantidade de inimigos e acaba morrendo e seu filho fica muito ferido... É quando os soldados do rei interceptam o gnomo que havia fugido e chegam até os aventureiros lamentando a morte do rei...
em suas ultimas palavras o rei sussurra para os aventureiros cuidarem do príncipe... E eles todos então se preparam para voltar pra casa... "
nesse momento o velho Paul se cala olha para as mesas da taberna pede-me licença e vai atender um ser diferente com roupas de monges, que acabara de adentrar porta adentro, me parece ser um gizerai.... E eu cansado olho para a face do velho Paul... E resolvo ir para os meus aposentos, o velho Paul olha-me, da um sorriso de canto de boca e fala:
“vai filho... Vai dormir amanhã eu conto o restante dessa história... se quiser ler algo antes de deitar, leia essa carta ela confirma o que eu digo

continua na postagem escrita pelo Giorgio Titulo: "Um outro ponto de vista"

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